abr 23 2017

Escola de Recife admite erro em divulgação de aula sobre nazismo

Via PLETZ – 

estrela-de-davi-23-04-17Em reunião com a Federação Israelita de Pernambuco (FIPE), o diretor e o advogado da Escola Santa Emília, em Recife, admitiram que a instituição errou na maneira como foi divulgado na web o conteúdo de uma aula sobre regimes totalitários – com bandeiras nazistas penduradas na classe – e reiteraram que “não houve em momento algum a intenção de fazer apologia ao nazismo”.

No encontro, foi acordado que alunos e professores de história da escola visitarão a Sinagoga Kahal Zur Israel, para conhecer mais sobre o judaísmo, antissemitismo e, em particular, o Holocausto (veja abaixo Nota Conjunta).

“Eles concordaram que a forma como a aula foi veiculada em seu site foi infeliz. Mas não foram claros em reconhecer que a metodologia consistiu em um erro”, afirmou o coordenador de comunicação da FIPE Jáder Tachlitsky.

“O principal me pareceu a abertura da escola em ter o tema trabalhado por nós, de forma que possamos interagir com os alunos, apreendermos o que realmente ficou como aprendizado e a possibilidade de educá-los de forma mais consistente a respeito do tema”, completou.

Também participaram do encontro a presidente da FIPE, Sonia Sette, e Sérgio Ludmer.

Leia abaixo o texto da nota conjunta:

Nota de Esclarecimento

A Escola Santa Emília e a Federação Israelita de Pernambuco, em reunião realizada na data de hoje, vêm a público informar que foram prestados todos os esclarecimentos necessários para que não restassem dúvidas a respeito do posicionamento da escola em relação aos fatos recentes.

Além disso, foi firmada uma parceria pedagógica para que os alunos da instituição possam ter a oportunidade de conhecer sobre a cultura judaica com o intuito de acrescentar aprendizagem à sua experiência. Essa visita tornará mais unida a visão de respeito ao ser humano, acreditada por ambas as instituições.

Recife, 17 de abril de 2017

Escola Santa Emília – Unidade Cordeiro

Federação Israelita de Pernambuco

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abr 23 2017

Curitiba do alto: exposição sobre a capital abre segunda etapa com fotos inéditas

Via hashtagcuritiba – 

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Já está em exposição segunda série da mostra “Curitiba Aérea” do fotojornalista Guilherme Pupo, na galeria do Park Gourmet, no ParkShoppingBarigüi. São registros inéditos, feitos a bordo de um helicóptero, que retratam as ruas e paisagens da capital paranaense. A exposição é gratuita e está aberta para visitação durante o horário de funcionamento do shopping.

As imagens valorizam detalhes que passam despercebidos pelos curitibanos, desde elementos arquitetônicos aos grafismos urbanos, que dão vida à cidade. “Essas fotos ilustram as belezas icônicas da capital através de um olhar único”, explica a gerente de marketing do ParkShoppingBarigüi, Silvia Pires Omairy.

Nesta sequência de imagens, os painéis mostram desde um skyline de Curitiba até os principais pontos turísticos, como o Museu Oscar Niemeyer, Jardim Botânico e Largo da Ordem, além de detalhes do Velódromo e da praça Generoso Marques.

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abr 23 2017

Artista deixou que usassem seu corpo como um objeto durante 6 horas

Via Historias com Valor – 

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A artista Marina Abramovic acaba de lançar um de seus materiais mais controversos, chamado Ritmo 0. O trabalho foi realizado em 1974, no pequeno estúdio Mora em Nápoles, Itália. As fotografias dessa forma de arte têm chocado o mundo inteiro. Descubra o por quê!

O trabalho era simples: Abramovic permaneceria imóvel, como se fosse um objeto inanimado, durante um período de 6 horas. Durante esse tempo, os participantes e os visitantes poderiam interagir com o corpo da artista, e usar 72 objetos que estavam em uma mesa próxima.

Na mesa, a artista colocou a seguinte mensagem:

Instruções:

– Existem 72 itens na mesa e pode usá-los como quiserem em mim.
– Premissa: Eu sou um objeto. Durante este período, eu assumo toda a responsabilidade pelo que acontecer.
– Duração: 6 horas (20:00-02h00)

Havia objetos de prazer, como penas, paus de seda, flores, água.. e outros de destruição como facas, correntes ou uma pistola com balas. Tudo começou timidamente. Alguém se aproximou para a decorar com flores, amarrá-la com uma corda a um outro objeto, fazer cócegas…

Em seguida, eles a mudaram de posição…

O público usou correntes e a encharcou com água, e quando ela continha suas reações, as pessoas aumentavam a intensidade. O crítico de arte Thomas McEvilley, que participou do evento, lembra como a violência escalou rapidamente. “Tudo começou humildemente. Alguém deu a volta. Alguém levantou seus braços no ar… alguém a tocou intimamente…”

Mas, em seguida, um homem usou uma lâmina de barbear para fazer um corte em seu pescoço, e outra escolheu usar os espinhos de uma rosa para arranhar sua barriga.

“Na terceira hora, cortaram suas roupas com uma lâmina de barbear. Na quartas, as mesmas lâminas começaram a ferir sua pele. Várias agressões sexuais menores foram realizadas, mas ela estava tão comprometida com o trabalho que teria resistido a um estupro ou até ao seu próprio assassinato”, explica McEvilley.

Na verdade, lhe apontou uma arma carregada em seu pescoço.

Nas últimas horas, o desempenho tornou-se ainda mais assustador.

“Eu fui estuprada”, lembra Abramovic. “Cortaram minhas roupas e fiquei parcialmente despida, me batiam com os espinhos de uma rosa em meu estômago”. O resultado?

Este trabalho artístico provou a rapidez com que a violência contra os outros se intensifica quando as circunstâncias são favoráveis para os seus praticantes.

Depois de seis horas após o experimento, Abramovic passeou pela sala, mas os participantes evitaram olhar para o rosto dela. As pessoas se comportaram com uma certa normalidade, como se esquecessem a sua agressão contra ela.

“Esse trabalho revela algo terrível sobre a humanidade. Isso mostra o quão rápido uma pessoa pode ferir em circunstâncias favoráveis. Mostra como é fácil desumanizar uma pessoa que não luta, que não se defende. Ele mostra que, se você fornecer o cenário, a maioria das pessoas aparentemente “normais” pode se tornar verdadeiramente violenta”.

Certamente um trabalho controverso mas interessante e esclarecedor. Isso nos faz pensar sobre o quão violentos os humanos podem ser, quando não são julgados. Assustador, não é?

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abr 21 2017

Por que sedativo prestes a vencer faz Estado americano correr para executar presos

Via G! – 

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Decisão da Suprema Corte dos EUA abriu caminho para a primeira execução no Arkansas em 12 anos.

O Estado do Arkansas, nos EUA, realizou na quinta-feira, 20, sua primeira execução em 12 anos.
O cumprimento da sentença de morte de Ledell Lee, condenado por assassinato, faz parte dos esforços das autoridades locais executar oito presos em um período de 11 dias.

O plano se deve ao fato de que o estoque de uma das três substâncias utilizadas nas injeções letais, o sedativo midazolam, vence no próximo dia 30 – é muito difícil adquirir o produto por causa da recusa da indústria farmacêutica em fornecê-lo para esse fim.

A medida do Estado provocou polêmica e foi parar nos tribunais – as três primeiras execuções acabaram canceladas devido a decisões judiciais.

A morte de Lee aconteceu após a Suprema Corte dos EUA rejeitar, por 5 a 4, um recurso dos presos argumentando que o Arkansas estava acelerando injustamente os processos, o que seria uma “punição cruel e atípica”.

As batalhas judiciais se estenderam até poucas horas depois de Lee ter recusado sua última refeição – no lugar, ele pediu para receber a comunhão.

Quase no último momento, o obstáculo legal foi removido e Lee foi executado. Ele foi declarado morto às 23h56 (horário local), quatro minutos antes do mandado que determinava sua morte expirar.

Ele estava no corredor da morte havia mais de 20 anos, após ser condenado por espancar Debra Reese até a morte com uma chave de roda em 1993.

Em outra decisão, o Supremo Tribunal do Estado também revogou a sentença de uma instância inferior que havia proibido o uso do brometo de vecurônio, outra substância usada nas injeções letais.

A McKesson Corporation, que fornecia a droga, acusou o Departamento de Justiça do Arkansas de não ter dito que planejava usar a substância em execuções.

Como muitos Estados dos EUA, o Arkansas tem lutado para conseguir as drogas das quais precisa para executar as penas.

Exames de DNA

A advogada de Lee, Nina Morrison, criticou o cronograma do Estado, dizendo que negaram a seu cliente “a oportunidade de realizar testes de DNA que pudessem provar sua inocência”.

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abr 21 2017

Suprema Corte da Rússia bane Testemunhas de Jeová do país

Via BBC – 

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A Suprema Corte da Rússia decidiu, nesta quinta-feira, banir a religião Testemunhas de Jeová do país.

Segundo a decisão, a denominação foi considerada uma “organização extremista”, que agora terá de entregar todas as suas propriedades para o Estado – são pelo menos 395 templos espalhados pelo território russo.

Qualquer tipo de prática da religião a partir de agora também será criminalizada.

A Suprema Corte da Rússia decidiu, nesta quinta-feira, banir a religião Testemunhas de Jeová do país.

Segundo a decisão, a denominação foi considerada uma “organização extremista”, que agora terá de entregar todas as suas propriedades para o Estado – são pelo menos 395 templos espalhados pelo território russo.

O procurador de Justiça Svetlana Borisova, um dos autores da ação, disse à agência de notícias Interfazas que as Testemunhas de Jeová representam “uma ameaça aos direitos dos cidadãos, à ordem pública e à segurança pública”.

Borisova também afirmou que a oposição dos adeptos dessa religião a se submeterem a transfusões de sangue viola as leis russas de saúde.

Representantes das Testemunhas de Jeová já disseram que tentarão apelar da decisão junto à Corte Europeia dos Direitos Humanos.

A religião foi fundada nos Estados Unidos no fim do século 19 e, durante o regime de Josef Stálin na União Soviética, foi proibida por lá – milhares de seguidores acabaram enviados para a Sibéria à época.

Seus integrantes são conhecidos por sua pregação de porta em porta e pela rejeição ao serviço militar e a transfusões de sangue.

Briga na Justiça

Quando o caso começou a ser julgado, na quarta-feira, advogados que representavam o movimento apresentaram um recurso argumentando que os seguidores da religião eram vítimas de repressão política e que a ação da Procuradoria era “ilegal”.

O procurador de Justiça afirmou, por sua vez, que as atividades das Testemunhas de Jeová violavam “a lei russa de combate ao extremismo” e que seus panfletos incitavam o ódio contra outros grupos.

Qualquer tipo de prática da religião a partir de agora também será criminalizada.

Um deles, segundo a correspondente da BBC Sarah Rainsford, citava o romancista Leon Tolstói ao descrever a doutrina da Igreja Ortodoxa Russa como superstição e feitiçaria.

Já Yaroslav Sivulsky, representante das Testemunhas de Jeová, respondeu que o movimento não tem nada relacionado ao extremismo e disse que, em todos os casos que foram parar na Justiça, seus argumentos nunca foram ouvidos.

“Eu jamais pensaria que isso seria possível na Rússia moderna, onde a Constituição garante liberdade de prática religiosa.”

Estima-se que 175 mil pessoas sigam a religião agora proibida no país.

Segunda proibição

O regime de Stálin baniu não só as Testemunhas de Jeová, mas também outras religiões cristãs. A proibição só foi revogada pela Rússia em 1991.

Nos últimos anos, porém, o governo foi endurecendo suas atitudes em relação ao movimento, Em 2004, um grupo foi banido após acusações que envolviam recrutar crianças e proibir fiéis de aceitar assistência médica.

Segundo o grupo de direitos humanos Sova, uma “campanha oficial repressiva” tem sido conduzida contra a religião há anos, e muitos de seus membros teriam sido atacados fisicamente.

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abr 20 2017

2º encontro de veículos antigos em Irati

Via José Nascimento –

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O feriado em Irati, vai ser movimentado.
Até domingo,o pessoal que gosta de carro antigo, vai ser reunir no Parque Aquático de Irati, num grande encontro regional.
Além de levar a “charanga” numa grande mostra, o participante ainda ajuda a entidades da cidade – a entrada é um quilo de alimento, para a Provopar e para Casa de Apoio a Pessoas com Câncer.
O embalo vai ficar por conta do Mosca, um cover do Rual Seixas e da Banda Orlandinho e os bonitões.
Quem precisar de mais informações pode ligar para o Nivaldo Negrão, no 042 9 99748513

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abr 20 2017

Cobra viciada em drogas passa por reabilitação na Austrália

Via o Globo –

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RIO – Em meio a equipamentos e drogas encontrados em um local de produção de metanfetamina pela polícia australiana, a aparição de uma cobra de 1,8 metros surpreendeu os agentes. A píton demonstrava claros sinais de vício às drogas, o que ela provavelmente adquiriu absorvendo fumaças de drogas e partículas através da pele.

Depois de sete meses de tratamento, sob os cuidados de 14 prisioneiros em um programa de reabilitação, a píton “muito agressiva” é agora uma cobra com comportamento considerado normal.

O animal, cujo nome não foi revelado por “razões legais”, deverá ser entregue a novos donos assim que o processo judicial por tráfico de drogas envolvendo seus antigos proprietários for finalizado.

Segundo agentes policiais, alguns criminosos usam cobras venenosas para proteger drogas e armas escondidas.

No programa de reabilitação em Sidney, detentos cuidam também de outros 250 animais, incluindo cangurus, gambás e pássaros. A equipe do Complexo Penitenciário de John Morony já cuidou também de outros répteis apreendidos durante operações policiais.

Para o diretor da unidade, Ivan Calder, o programa de serviços ambientais, que existe há mais de 20 anos, ajuda também a reabilitar os humanos.

“O que vemos com os homens em nosso cuidado na aproximação aos animais é que isto os torna mais calmos e os humaniza”, disse Calder ao site da BBC.

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abr 20 2017

O jardim mágico de Roberta

Hoje a Juliana Brandt de Medici faz 11 anos. Eu ganho esse presente.

No jardim de Roberta tudo é magico
As flores quando desabrocham deixam os animais tontos
Mas não é só as flores e os animais
Mas sim as arvores
Que quando ela olham para a arvore
Que era enorme sempre tinha dez frutas
Então todo mundo que passava, caía direto no chão
Não sabiam se era por boa causa ou não
Porque na verdade aquele jardim não passava só de uma imaginação

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abr 18 2017

Policiais Civis protestam e idade de aposentadoria pode cair para 55 anos

Do G1 –

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Foto: Facebook SIMPOL – SC

O relator do projeto que estabelece a reforma da Previdência Social, deputado Arthur Maia (PPS-BA), afirmou nesta terça-feira (18) que a idade mínima para policiais civis e federais poderem se aposentar deverá ficar em 55 anos.

Inicialmente, o parecer de Maia sobre o projeto seria apresentado nesta terça à comissão especial que discute a reforma, mas a apresentação foi adiada para esta quarta (19).

Ao explicar a idade mínima para os policiais civis e federais, Arthur Maia informou que a ideia é, depois, vincular as categorias à idade mínima que vier a ser estabelecida para policiais militares e integrantes das Forças Armadas (o governo já informou que deverá enviar em maio a proposta de reforma da Previdência dos militares).

“Temos um caso muito próprio para os policiais. O que estamos tentando fazer um desenho é estabelecer agora já uma idade mínima. Não pode deixar de ter idade mínima. A idade mínima seria algo em torno de 55 anos, que é o mesmo que está valendo para as outras categorias”, afirmou Arthur Maia nesta terça.

Ele deu a informação após participar de uma reunião com um grupo de deputados e representantes das categorias.

“Agora, temos uma outra realidade e que os policiais, com uma certa razão, fazem questão, de fazer uma vinculação à PEC [proposta de emenda à Constituição] que vai tratar dos militares”, acrescentou.

A idade mínima

O texto original da reforma da Previdência previa idade mínima de 65 anos para homens e mulheres poderem se aposentar.

No caso de policiais civis e federais, Arthur Maia, porém, já havia reduzido a idade mínima das categorias para 60 anos, com 25 anos de contribuição, e 20 anos em “atividade de risco na respectiva categoria”.

Na tarde desta terça, um grupo de policiais invadiu uma das entradas do Congresso Nacional em ato contra a reforma da Previdência. Com o tumulto, vidros foram quebrados e a Polícia Legislativo reagiu com spray e bombas.

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abr 18 2017

Ato de policiais civis termina em tumulto no Congresso Nacional

Do G1

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Foto: André Dusek / Estadão conteúdo

Policiais civis de vários estados e do Distrito Federal protestaram na tarde desta terça-feira (18), em Brasília, contra a proposta de reforma da Previdência. Durante o ato, um grupo de policiais tentou invadir a chapelaria do Congresso Nacional. Houve tumulto, e vidraças do prédio foram quebradas.

Imagens feitas pelo G1 no local mostram que a Polícia Legislativa usou spray de pimenta e bombas para dispersar o conflito. Segundo a Polícia Militar do DF, havia cerca de 1 mil policiais no gramado em frente à sede do Legislativo, no momento da confusão.

O tumulto começou quando parte dos manifestantes, carregando bandeiras da UPB, desceu até a chapelaria – rota de acesso de visitantes e parlamentares – e começou a bater nos vidros da Câmara. A polícia tentava bloquear a entrada, mas o grupo conseguiu quebrar os vidros e invadir.

Até as 16h, não havia registro de feridos. O G1 entrou em contato com a direção do Senado e da Polícia Civil, e aguardava retorno até a última atualização desta reportagem.

Ato na Esplanada

O ato em oposição à reforma da Previdência foi convocado pela União dos Policiais do Brasil (UPB), entidade que reúne mais de 30 associações e sindicatos de segurança pública do país. Segundo a organização do protesto, comboios das cinco regiões do país vieram a Brasília para as atividades.

Em nota divulgada à imprensa, o Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol) afirma que a proposta em tramitação no Congresso é “uma ameaça à sociedade e resultará em uma polícia cada vez mais envelhecida nas ruas”.

Também em nota, a UPB afirma que o objetivo do protesto era pedir a retirada de um dos trechos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287 – justamente o que retira a classificação de “atividade de risco” das categorias.

 A entidade aponta que, na prática, essa mudança elevaria o tempo mínimo de contribuição para a previdência desses profissionais, “que, comprovadamente, têm uma expectativa de vida inferior ao restante do funcionalismo público”.

Policiais civis fazem protesto em frente ao Congresso Nacional (Foto: Lucas C. Ribeiro/Sinpol-DF)

Foto: Lucas C. Ribeiro/Sinpol-DF

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