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set 13 2012

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Nillo Biazzetto, Cireno Brandalise e o Furacão

Dia 27 de janeiro faleceu Nilo Biazzeto, no dia 6 de fevereiro foi a vez de Cireno Brandalise. O capitão e o artilheiro do Furacão de 1949. O verdadeiro Furacão.
Ninguém definiu melhor esta dupla que o jornalista Leonardo Mendes Junior. “É o segundo símbolo do Furacão de 49 a morrer em menos de um mês. Dois personagens importantes da história rubro-negra, mas com uma diferença: se Nillo era o Capitão Furacão, Cireno era o Furacão em pessoa”.
Pense em uma Polaca triste. Eu! Pense em mais uma. A Claudia.
Não se trata de uma DESGRÁÁÁÇA. Gente que faz a diferença na vida morre em paz. Os dois fizeram do Atlético de 1949 o “Furacão”. Daí passaram para a categoria de imortais.
O Cireno era primo da mãe da Claudia. Motivo de orgulho. Não é pouca coisa tirar o gorro do goleiro do coxa, armar uma confusão, sair sem punição. Melhor que isso é ver o goleiro expulso e o time se retirando de campo em protesto.
Depois falam do meu CORIDÃO DE MARECO.
Cireno foi o 5º maior artilheiro da história do CAP.
Não adianta fazer um minuto de silêncio ou homenagens. O que a diretoria deve ao Nilo e ao Cireno ter um time digno de usar o Furacão. Com contratações e jogadores afinados em campo.
Pensem bem, time ruim, na segundona e sem estádio. TRRRAGÉDIA!
Só resta agradecer aos dois terem dado a nós o orgulho de termos o Furacão como sobrenome do CAP.
Saudações Rubro Negras
Polaca

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